Assetj celebra 39 anos com Ato Solene na Alesp

Nesta sexta-feira, comemoraremos 39 anos de existência, totalmente engajados na Campanha Salarial 2022 dos servidores e servidoras do TJSP.

Junto com o deputado estadual Carlos Giannazi, convidamos a todos para o Ato Solene, que será realizado virtualmente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

O acesso será pela plataforma Zoom, com transmissão nas redes da TV Alesp, Carlos Giannazi e Assetj.

18/03, às 18h
Acesso Zoom:
https://alesp-live.zoom.us/j/6959318906?pwd=alBqaFQySHpkWEVNN1pzS2NPbXh4dz09
Senha: 12345

Transmissão
🔴 youtube.com/user/CarlosGiannazi
🔵 facebook.com/carlosgiannazioficial

🔴 bitly.com/youtubeassetj
🔵 facebook.com/AssetjSP

🔴 youtube.com/c/AlespOficial
🔵 facebook.com/assembleiasp

Você sabe o que é e como funciona nossa campanha salarial?

Uma campanha salarial é um processo de luta coletiva organizada por trabalhadores que, somando-se às entidades representativas (associações e organizações sindicais), se mobilizam para negociar com seu empregador (em nosso caso, o TJSP) com o objetivo de obter o cumprimento de suas reivindicações.

O primeiro passo da construção de uma campanha salarial é a abertura de discussão e debates entre os servidores com a finalidade de construção de uma Pauta de Reivindicações.

Posteriormente, a proposta da Pauta de Reivindicações deve ser levada para aprovação em Assembleia Geral. Fique atento! A nossa Assembleia Geral, será dia 19/02 e é lá que vamos deliberar sobre a Pauta construída e decidir os próximos passos e ações da nossa categoria.

Em um terceiro passo, logo em seguida às decisões da Assembleia Geral, devemos protocolar nossa Pauta de Reivindicações junto ao TJSP onde também será indicado um prazo para recebermos resposta e abertura de mesa de negociação. Na campanha salarial de 2022, temos colocado como indicativo de prazo para resposta do TJSP, o dia 04/03.

Em continuidade às ações da campanha salarial, o quarto passo é a realização de uma 2a  Assembleia Geral. A data indicativa para sua realização neste ano é o dia 12/03. Neste momento, a ideia é que a categoria decida suas próximas ações, de acordo com a resposta (ou ausência desta) dada pelo TJSP.

Atenção!!! De acordo com a Lei de Greve (7783/89) é a partir da realização dessa 2a Assembleia geral é que poderemos decidir por uma Greve Geral. Mas para isso precisamos de força e presença de todos desde a primeira assembleia!

Inscreva-se no link https://bit.ly/assembleia-19

Ação Solidária – Judiciários SP

“Eu não acredito em caridade. Eu acredito em solidariedade. Caridade é tão vertical: vai de cima para baixo. Solidariedade é horizontal: respeita a outra pessoa e aprende com o outro” – Eduardo Galeano

🗓 Conforme deliberado na última Assembleia, na próxima sexta-feira, os servidores do judiciário em campanha salarial vão realizar uma ação solidária em prol de arrecadação de alimentos não perecíveis a serem doados para organizações e movimentos que atuam no combate à fome.

👉🏻 Nos últimos anos, em meio a um contexto político e econômico desastroso, agravado pela pandemia, a fome voltou a assombrar grande parte da população brasileira.

A situação é visível nas ruas, especialmente nos centros das grandes cidades e nas periferias, onde há pessoas em busca de restos, sobras e lixo para sobreviver.

Nesse momento da campanha salarial é essencial termos clareza das nossas reivindicações enquanto categoria. Mas também é imprescindível nos solidarizarmos enquanto classe trabalhadora e contribuirmos nas lutas mais amplas por direitos de todos os trabalhadores e contra políticas excludentes e reprodutoras da desigualdade e opressão em nosso país.

❇️ PARTICIPE! Os postos de arrecadação da ação solidária serão montados nos fóruns:

-Fórum João Mendes;

-Fórum Central de Santos.

No dia 11/03, das 10:00 as 13:00hs.

✨Quando lutamos pelos nossos direitos, contribuímos para que outros trabalhadores entendam que lutar por direitos não é um problema!✨

#campanhasalarial #solidariedade #caridade

#arrecadação #alimentos #acaosolidaria

Nota de Repúdio – Deputado Arthur do Val

A Frente Paulista em Defesa do Serviço Públicos, que congrega quase 100 entidades representativas de servidoras e servidores públicos do estado de São Paulo, torna pública sua repulsa ao comportamento do Deputado Estadual Arthur do Val [Podemos],  conhecido como Mamãe Falei.

O referido deputado, já conhecido por suas declarações afrontosas e ofensivas aos servidores públicos na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, reapareceu por ocasião de sua passagem pela Ucrânia em meio ao contexto de guerra. Agora sem o verniz de um discurso pretensamente moralizador da vida pública, surge em áudios veiculados durante sua ida à região da guerra entre Ucrânia e Rússia, externando escatológica e despudoradamente ideias e valores sexistas e misóginos, objetificando mulheres ucranianas como meros corpos a serviço de sua lascívia, conferindo ao Leste Europeu a imagem de destino propício ao turismo sexual, e explorando a condição de pobreza e extrema vulnerabilidade de refugiadas e refugiados afligidos pela guerra.

Para o senhor Arthur do Val, mulheres ucranianas “são fáceis porque são pobres”, pensamento que ofende todas as mulheres, pois lhes nega dignidade e respeito, e que causa aversão pelo abuso que pretende em relação à condição de “pobreza”.

Tentativas de explicações que associam sua repugnante conduta a um momento de “empolgação” apenas configuram uma tentativa de se esconder por trás de uma atitude juvenil que sequer poderia ser pensada para um deputado estadual. Ainda causam secundariamente a distorção de que ser jovem é sinônimo de ser irresponsável, como se tudo o que age e se organiza para a discriminação e a desigualdade pudesse ser resolvido com convenientes pedidos de “escusas”.

Nós, que aplicamos as políticas públicas do Estado, que atendemos majoritariamente mulheres em situação de vulnerabilidade, seja na saúde, segurança, assistência social e que somos também majoritariamente mulheres, mães, avós, não aceitamos um representante do povo com tal comportamento.

EXIGIMOS A IMEDIATA CASSAÇÃO DO DEPUTADO.

Assinam esta Nota de Repúdio as entidades da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público.

Carta aberta ao funcionalismo

A CCM Iamspe (Comissão Consultiva Mista), colegiado que reúne associações e sindicatos representantes dos usuários do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo), vem por meio desta divulgar nossa inconformidade com a situação que o Iamspe e o HSPE (Hospital do Servidor Público Estadual) têm passado.

Os problemas na demora de marcação de consultas, exames de imagem ou clínicos, cirurgias se avolumam numa quantidade nunca antes vista. É visível a queda de qualidade e a enorme dificuldade no acesso à saúde em toda rede credenciada e no HSPE.

Constantemente somos informados de descredenciamentos, fim de atendimento em Hospitais e demais equipamentos de saúde, sem que ocorra a devida substituição de maneira hábil e satisfatória.

A política de terceirizações no interior do HSPE avança sem resultados satisfatórios, pois as filas e a demora são uma constante, basta vermos a situação do PS (Pronto Socorro), onde usuários são atendidos em macas acumuladas nos corredores. A fila para cirurgias no HSPE se acumulam sem perspectiva de solução ao paciente, além do fechamento da ouvidoria, que hoje funciona apenas de modo virtual.

No interior a situação em determinadas regiões beira o abandono, como em Presidente Prudente. As queixas dos usuários são ouvidas de leste a oeste, norte a sul, sendo os problemas os mais diversos, desde a falta de convênio Hospitalar, de laboratórios de imagem, ou mesmo de clínicas para consultas.

Não podemos esquecer que em outubro de 2020 foi aprovado na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) a elevação das alíquotas de contribuição dos usuários ao Iamspe, resultando num orçamento em torno de 1 bilhão e 600 milhões de reais. E apesar do brutal aumento orçamentário proveniente dos nossos salários congelados, a qualidade/quantidade de atendimento não ocorreu. Devemos lembrar ainda que o Governo do Estado aproveitou-se do aumento da alíquota do usuário, para reduzir para ridículos 4 mil reais anuais a sua contribuição ao Iamspe.

Juntando tudo isso, fica claro para nós, que a atual administração do Iamspe é inoperante, insatisfatória, e que não corresponde às nossas necessidades. O que o Iamspe precisa é uma nova forma de administrar. Com mais democracia e transparência. Com o real comprometimento do Governo do Estado com a saúde de seus trabalhadores, e não apenas nessa espiral de terceirizações sem fim, e sem resultados positivos.

Precisamos que o Governo do Estado participe do orçamento do Iamspe na mesma proporção que a nossa;

Precisamos de um Conselho Administrativo e de um Conselho Fiscal que sejam deliberativos e com a participação do funcionalismo de forma paritária;

Precisamos escolher o Superintendente do Iamspe.

Mais democracia, mais transparência e melhor atendimento!  

Assinam esta Carta Aberta as entidades da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público.

Representantes dos servidores se reúnem com assessores da presidência do TJSP

Após um mês da última reunião realizada entre o TJSP e representantes das entidades de servidores públicos do Judiciário, o desembargador Antônio Carlos Malheiros e os juízes assessores João Baptista Galhardo Júnior, Rodrigo Nogueira, Alexandre Andretta dos Santos e Gabriel Pires de Campos Sormani se reuniram virtualmente, nesta quinta-feira (24), para discutir a pauta emergencial encaminhada pela Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo (Fespesp).

Os itens da pauta foram distribuídos entre os representantes e o presidente José Gozze iniciou a reunião cobrando a suspensão imediata do trabalho presencial, com uma discussão da Greve Sanitária, controle de faltas (com código específico do trabalho remoto). O TJSP ainda não reconhece a Greve dos trabalhadores. Os juízes informaram que não haverá suspensão do trabalho presencial, pois estão seguindo as diretrizes do Governo Estadual.

Gozze ainda cobrou do Tribunal condições adequadas para a execução do home office, como fornecimento de computadores, monitores e impressoras. O TJSP alegou não ter condições de atender tais demandas, já que são muitos servidores nesta situação.

Outro ponto abordado por Gozze foi a continuidade do pagamento do auxílio-alimentação a todos os servidores. Os juízes desconheciam algumas situações de suspensão, citando apenas que os servidores dos setores administrativos estavam sem receber. Gozze mencionou os casos da falta de equipamentos para executar a sua função. Na ausência de fornecimento por parte do TJSP, o trabalho não é executado somente porque não há meios e não por falta de vontade; por esta razão não pode ser descontado.

Os demais representantes das entidades abordaram os demais itens da pauta emergencial. Ficou definida a retomada das Comissões para discutir assuntos específicos e análise de todos os itens da pauta, deixando claro que a reunião foi somente para atender às solicitações e à pressão das entidades, sem o caráter de uma mesa de negociação.

Calendário de lutas

28/09 – Reunião da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público  – Contra o PL 529/2020

29/09 – Ato na Alesp – Contra o PL 529/2020

30/09 – Dia Nacional de Lutas contra a Reforma Administrativa – PEC 32/2020

30/09 – Assembleia Geral dos Judiciários – Análise da reunião e discussão da Greve Sanitária

Carta aberta à Rede Globo

Senhores Jornalistas e responsáveis pelo Jornal Nacional da Rede Globo

Estranhamos muito a forma irresponsável como os senhores apresentam ao público notícias distorcidas sobre os servidores e os serviços públicos, como o que foi levado ao ar neste sábado dia 26 à noite. Verdadeiras fake news que vocês tanto parecem ser contrários.

O bom e profissional jornalista não se prende às notícias vindas de uma única direção, nem o fazem para o favorecimento de determinados grupos.

Claro que vocês sabem que o serviço público gratuito garantido pela nossa Constituição de educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, justiça, segurança e previdência social, entre outros, são dirigidos ao cidadão de menor poder aquisitivo e que chegam pelas mãos dos servidores públicos.

Sabem também que o Brasil é um dos países que tem o menor número de servidores em relação à sua população, e que mais de 50% ganham de um a três salários mínimos.

E quando falam de altos salários no funcionalismo, misturam com magistrados, procuradores, ministros, políticos e assessores.

Sabem também que a reforma administrativa proposta acaba com a estabilidade para facilitar o fim dos concursos públicos em troca do apadrinhamento, exatamente onde ocorrem as rachadinhas e a corrupção.

Enfim, sabem que essa reforma administrativa é bancada pelo mercado e pelas mídias oficiais para privatizar os direitos aos serviços sociais, ficando para o Estado apenas os serviços que são deficitários.

Um reforma administrativa que penaliza o cidadão brasileiro, esses mesmos que acabam sendo enganados com as mentiras expostas nas telas televisivas.

Vocês vão continuar ouvindo apenas uma parte. Acham que isso é o bom jornalismo?