O primeiro dia da greve dos servidores do Poder Judiciário paulista foi marcado por uma forte mobilização em diversas regiões do estado. A greve, deflagrada nesta quarta-feira, 14 de maio, reuniu trabalhadores em defesa de pautas como a recomposição salarial e a criação do nível superior para escreventes.
A Assetj esteve presente na mobilização da Praça João Mendes, no centro de São Paulo, com a participação do presidente José Gozze e dos diretores Diógenes Marcelino e Geraldo Carvalho Jr. Em Ribeirão Preto, a entidade foi representada pelas diretoras Margarida Falcão e Raquel Di Falco.
As atividades do dia começaram às 8h, com piquetes em frente aos fóruns. Às 12h, colegas de diversos prédios da capital compareceram à Praça João Mendes para uma reunião.
O movimento segue firme. Nesta quinta-feira, 15 de maio, está marcado um novo ato na Praça João Mendes, também às 8h. A Assetj reforça a importância da participação de todos na luta pelos direitos da categoria.
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Algumas dúvidas esclarecidas na assembleia:
- A Lei 7783/89 regulamenta o direito de greve dos servidores públicos. O trâmite legal já foi feito pelas entidades e o TJSP já foi comunicado com antecedência;
- A falta será registrada como “Falta Greve” e é dever do TJSP disponibilizar um código específico, assim como foi feito na paralisação do dia 11 de abril (Código 665 – “Falta Greve Judiciário – Compensação Futura”);
- Servidores em estágio probatório podem aderir à greve;
- Bater ponto e não trabalhar pode gerar Processo Administrativo. O correto é não bater o ponto e nem trabalhar;
- O superior não pode constranger o servidor a participar da Greve. Isso deve ser informado para que as entidades possam acionar o departamento jurídico.
A Assetj está à disposição para oferecer suporte durante o período de Greve.
Contato WhatsApp: (11) 99718-4760










